Depois postarei sobre a segunda parte da chácara e sobre novidades na minha vida, HIHI.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Vídeo Especial
Depois postarei sobre a segunda parte da chácara e sobre novidades na minha vida, HIHI.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O blog não para.
E peço desculpas pelo longo tempo sem postagens, nós estávamos um pouco ocupadas tratando de assuntos escolares. Sei que vocês entendem.
Só vim aqui avisar isso mesmo, o layout novo do blog ainda esta em votação entre as meninas, mas logo resolveremos isso (?)
Aguardem as mudanças.
xoxo
sábado, 11 de dezembro de 2010
Chácara, é nóis. parte I
Imagine sete meninas no meio do mato, sem televisão e sem net (AHHH CHOQUEI). É ... foi tenso ! Mas OBVIAMENTE não houve tédio, pois assunto e palhaçada é com nóis mesmo.
Mas vou contar tudinho ...
Na segunda-feira foi minha colação. Foi a bels, bell, ariele e karla. Fiz a homenagem aos pais, hihi.
De lá fomos para a casa da bell para no dia seguinte acordar 4h da manhã e seguir para a chácara, onde todas as seven foram.
Mas tivemos que nos separar, pois no carro não cabia tantas meninas, mesmo que fosse um carro de churros, rsrsrs. Assim eu, a bels e Karla fomos de carro, ao som de Guns N' Roses e de muuuito sono !
Ao chegarmos fomos recebidas por cinco cachorros, e o Axl (um cachorro que apelidamos) deu um pulo em cima de mim e sujou a única calça jeans que tinha.
Ao esperarmos as meninas, tocamos violão (quer dizer, elas ... pois toco violino - aprendiz) e pulamos corda (hihi). Ai a mãe da bell, a Betinha, nos levou num rio pequeno, onde a Karla e bels demoraram dez minutos para descer e gritavam que as borboletas iriam tirar a força vital delas, rsrsrs !
Depois de afundarmos os pés na argila (isso mesmo, em volta do rio tinha ARGILA) e gritarmos "cade meu chinelooo? " fomos de encontro com as meninas que vieram de trem.
Subimos a ladeira mais inclinada do mundo - ISSO É FATO. E fomos "tocar" violão e conversar por algum tempo, depois fomos de novo para o rio pequeno. Aí imagine, as sete gritando loucamente por causa dos bichos ferozes, que eram as borboletas, rs.
Eu queria apenas ir no banheiro, rsrs. E confesso que fiz xixi no matinho, HAHAHAHAHA -n
Quando subimos e andamos um pouquinho, ouvimos do nada, latidos de uns 10 cachorros. Apenas tivemos tempo de gritar e correr MUUUUITO. A Karla foi a primeira a chegar (e ela se diz corajosa, detalhe.) na corrida maluca, rs. Caimos na gargalhada pela nossa loucura, pois não tinha cachorro nenhum nos seguindo !
DEPOIS ALGUÉM CONTINUA A HISTÓRIA .... (HAAAAAAAAAAAAAAAAAAA).
Antes de dizer adeus, e ir num casamento onde terá apenas 4 pessoas e não conheço os noivos (SÉRIO, CARA). Vou passar o recado do Rafa (um amigo das sevenlife).
Vamos brincas de alguma coisa?
que tal "Onde esta Nathalia?"
| Meus irmãos, HOOO Adios leitores ! Nathália. |
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A música realmente mexe com as pessoas.
“E-drugs existem há dezenas de milhares de anos e atendem pelo nome de música. O resto é marketing.
Que padrões sonoros afetam o cérebro humano suscitando emoções não é exatamente novidade. É justamente isso que torna a música interessante. Vendedores de e-drugs sugerem que suas faixas são mais poderosas que Beethoven e causam efeitos semelhantes aos de LSD e haxixe. É possível, mas altamente improvável.O conceito básico por trás das e-drugs são os sons binaurais. São produzidos quando cada um dos ouvidos é submetido a tons ligeiramente diferentes. Assim, se o nosso ouvido esquerdo captar um som com uma frequência de 97 Hz, e o direito, de 103 Hz, o cérebro irá perceber um diferencial de 6Hz e, num esforço de sincronização, tende a operar nessa frequência, que, no caso, corresponde à das ondas teta (4 a 7 Hz), associadas ao sono REM (com sonhos). Ao menos em teoria, a pessoa irá sentir-se gradualmente mais relaxada e sonolenta.O efeito das ondas binaurais é real e foi descoberto em 1839 pelo físico prussiano Heinrich Wilhelm Dove. O que ainda não foi demonstrado é que padrões sonoros binaurais possam induzir muito mais do que estados de excitação e relaxamento. Dizer que causam alucinações, orgasmos e êxtases religiosos é uma afirmação retumbante que deveria ser acompanhada de evidências igualmente bombásticas.Até agora, elas ainda não apareceram. Só o que existe são relatos de pessoas que dizem ter experimentado essas sensações publicados no site de empresas que comercializam as e-drugs. Mesmo que demos crédito a esses indícios anedóticos, eles são melhor explicados pelo efeito placebo do que por mecanismos cerebrais mais exóticos.Aqui é preciso um certo cuidado. Dizer que uma dada manifestação se deve ao efeito placebo está longe de significar que ela não exista. O placebo é, a um só tempo, um dos mais extraordinários aspectos da neurologia humana e um dos mais mal compreendidos. Ele é extraordinário porque mostra que o cérebro produz reações que normalmente só ocorrem com recurso a drogas poderosíssimas. E é mal compreendido porque costuma ser descrito meio pejorativamente como algo que "está apenas na sua cabeça".A verdade, contudo, é que o efeito placebo é bastante poderoso e incrivelmente real. Só não o utilizamos a torto e a direito na medicina por razões éticas. Placebos sempre envolvem algum grau de enganação. A confiança no médico e parte do efeito curativo se perdem se o paciente descobre que estava tomando pílula de farinha em vez de remédio "real".Para quem está apenas interessado em curtir um pouco, sem preocupações éticas ou curiosidades neurofisiológicas, e-drugs são uma alternativa mais saudável que drogas de verdade. É claro que só funcionarão com os mais crédulos.”
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Por que? Porque.
Muita gente critica. Muita gente critica os que criticam. Muita gente xinga, muitas vezes sem um bom motivo. Mas é preciso justificar. Você não pode simplesmente não gostar de uma coisa. Você tem que ter um motivo pra não gostar dessa coisa. Eis aqui os motivos pra eu não gostar de certas coisas.
Bandas coloridas ou atuais (Cine, Restart, whatever) – Eu sei que muitos gostam, e lamento por isso. Eu, sinceramente, não gosto nem um pouco. E tenho base pra ter essa opinião (como todo mundo deveria ter). Pra eu gostar de uma música, ela tem que me convencer. Convencer-me de que é boa. E isso é uma coisa que a música deles não faz. Parece que eles só montaram uma banda pra ficarem famosos, as letras não te passam nada, as rimas são coisa de criança de 1ª à 4ª série, e quando eles cantam percebe-se de longe que eles não sentem a música. Se o cantor sente a música, o ouvinte também sente. Lembrando que isso é MINHA opinião, e se você, colorido, se sentiu ofendido, não posso fazer nada. Eu tenho a liberdade de formar minha opinião sobre qualquer coisa, assim como você (espero que faça isso do modo certo). Você pode muito bem não gostar do que eu gosto, e é uma opinião sua. Pense duas vezes antes de começar a me xingar. Se você acha o Pe Lanza lindo e maravilhoso, e que ele canta muito, é VOCÊ que acha, não eu.
Preconceito – Algo que me dá ânsia. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Mas isso não é motivo pra você menosprezar alguém. Alto, baixo, negro, homossexual, gordo, rosa com bolinhas verdes, WHATEVER, é ser humano igual a você. Você que se sente superior a alguém, notícia: ELE É MELHOR DO QUE VOCÊ, pelo simples fato de não ter o mesmo sentimento preconceituoso que você. Claro, não estou falando que você, que está lendo isso, é preconceituoso, mas se a carapuça serviu… Enfim. Também odeio quando a sociedade tenta não ser preconceituosa, mas caba sendo. Exemplo é quando beneficiam as pessoas por elas serem NEGRAS, seja em escolas, estabelecimentos de trabalho ou qualquer coisa. É como se estivessem falando “Temos de dar um crédito à eles, pois eles são negros e não tem chances. As pessoas brancas tem chances, então não precisam disso”. Querem realmente fazer com que não se sintam inferiores aos outros? Trate-os como todos os outros. Eles têm os mesmos direitos que os outros, sendo assim, têm as mesmas chances. Ou pelo menos deveria ser assim. Na parte do homossexualismo, você não precisa gostar nem praticar, mas precisa respeitar, assim como você respeita sua mãe, seu pai, ou qualquer outra pessoa. Se você se incomoda vendo um casal homossexual se beijando na rua, eu fico incomodada em ver QUALQUER casal se beijando no meio da rua, seja hetero, seja homo.
Fiz dois tópicos sobre duas coisas que não gosto hoje, ou seja, da próxima vez, falarei sobre algumas coisas que eu gosto. Quanto ao primeiro tópico, os xingamentos ficam da escolha da educação de vocês. Até a próxima. (:


